Falta de energia constante provoca transtornos em Itapecerica da Serra e Embu das Artes

A falta e lampejos de luz são constantes nas cidades de Embu das Artes e Itapecerica da Serra. Em Itapecerica da Serra os munícipes tentam se acostumar, mas muitas vezes não conseguem se conformar em pleno dia de sol, sem nenhum sinal de chuva, a luz acaba e ao ligar para Eletropaulo descobrem que o retorno vai demorar e muito.
No Embu a situação não é diferente. Os empresários da cidade já acumularam prejuízos elevados por causa do problema e por isso já se reuniram diversas vezes com representantes da Eletropaulo cobrando uma solução.

Frequentemente os vereadores das duas Câmaras questionam o porque da falta de manutenção. Segundo eles, ruas ficam completamente às escuras, e quando o munícipe liga e pede o reparo, o mesmo demora muito tempo.

O vereador de Itapecerica da Serra José Maria (PT) requereu ao Presidente da Câmara Amarildo Gonçalves a realização de Audiência Pública sobre o abastecimento de energia elétrica na cidade.

Ele sugere que haja mobilização do Poder Público e sociedade para a discussão do plano de investimentos da empresa concessionária Eletropaulo S.A e CERIS, pois, segundo ele houve um aumento de residências e equipamentos públicos e com a instalação de novas empresas na região.

Em outro requerimento apresentado o vereador quer que através de relatório a Secretária de Finanças informe: qual a contrapartida financeira que a Prefeitura Municipal recebe das empresas, pois, segundo ele, as duas empresas utilizam-se de alguma forma do espaço aéreo ou do subsolo urbano do município e também qual o vencimento do contrato de concessões com a Eletropaulo e CERIS.

A cidade de Embu das Artes a partir de anúncio do Presidente Silvino Bonfim durante sessão da Câmara Municipal nesta quarta-feira, 12, não trabalha mais com a empresa Eletropaulo e sim com uma terceirizada. Silvino informou a notícia após reclamações do vereador Didi que abordou principalmente a escuridão nas avenidas e ruas da cidade.

Segundo Silvino o prazo para religarem a energia é no máximo 48 horas (2 dias). “Não será necessário o munícipe avisar a empresa, ela mesma tomará iniciativa”, afirmou.

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