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Instituição enfrenta problemas financeiros, falta de estrutura e sofre com a permanência de jovens infratores
O Instituto Asas Brancas, localizado na rua Jasmins, 120, Parque Assunção, na cidade de Taboão da Serra, está passando por sérias dificuldades. A instituição de mais de 40 anos amarga problemas financeiros, atrasos de salários e até dificuldades para comprar comida e pagar contas de água e luz. A situação do local só não é mais crítica porque voluntários ajudam a manter a casa em funcionamento e pagam contas de luz e água.
“Nossas crianças jamais passaram fome e nunca ficaram sem remédios, (que o Estado deveria fornecer), temos sim falta de dinheiro para salários. Inclusive temos falta de monitoras e não podemos contratar por falta de verba”, afirma Dona Alice.
De acordo com a diretoria da instituição, os adolescentes infratores levados para lá pelo Conselho Tutelar estão ocasionando transtornos para as demais crianças. Além disso destroem equipamentos da casa e provocam situações de conflito até mesmo com os funcionários.
A Instituição, segundo a Presidente Alice Bernardes Castanho deveria acolher somente crianças e adolescentes vitimados, por maus tratados, abuso sexual e abandono. “Isso não está acontecendo, o Conselho Tutelar traz para a instituição menores infratores que estão dando muita dor de cabeça e acarretando prejuízo à casa”, afirmou.
Alice enfatiza que o Conselho Tutelar chega a levar ao local adolescentes infratores de madrugada atrapalhando o sono de crianças pequenas e bebês recém nascidos que moram na instituição.
A presidente do Asas Brancas contou a Reportagem do Jornal na Net que muitos infratores, trazem prejuízo ao Asas Brancas. “Meninos e meninas, adolescentes, batem nos menores, quebram janelas, camas, desrespeitam os coordenadores, roubam. Quero mostrar que esse não é um lugar para menores infratores, a Instituição foi criada em prol de crianças e adolescentes abandonados e que sofrem abuso sexual e maus tratos”, relata.
Segundo a Presidente da casa recentemente uma adolescente quebrou camas, portas, janelas e uma dessas janelas estava próxima ao berço de um bebe cardíaco “graças ao seu anjo guardião ele não foi ferido”, desabafou.
O Asas Brancas conta com dois núcleos, sendo a Casa Abrigo (núcleo I) e a Casa Transitória (núcleo III). O internato está dividido em refeitório, quarto para as meninas, crianças e adolescentes, sala para televisão, creche, escola estadual Asas Brancas, quadra e sala de aula para oferecer aos pequenos oficinas de cerâmica, violão, capoeira. Além de proporcionar uma maior interação entre eles, organizando roda de conversa, conto de histórias e diversos esportes.
Segundo a Coordenadora Pedagógica Antônia Rosa, que trabalha na instituição há dois anos, os alunos também participam de passeio cultural e recreativo, além de visitarem o museu e a pinacoteca.
Ao todo são 79 menores de idade, entre crianças e adolescentes. Sendo 28 na casa transitória e 51 no abrigo. Segundo colaboradores os jovens que moram na casa transitória freqüentemente não ficam nem três meses na residência, pois são transferidos para outras instituições. Elaine é voluntária e acredita que o pouco tempo que as crianças ficam na instituição não ajuda em nada para elas criarem familiaridade, aproximação. “Muitas ficam retraídas, pois sabem que daqui a três meses serão transferidas de local”, justifica.
A Presidente Alice Bernardes destacou mais alguns problemas que a instituição enfrenta, segundo ela, o governo federal e estadual não ajudam com nenhuma verba. A verba que recebemos de R$ 13.200,00 é de um convênio firmado com a prefeitura da cidade, mas esse dinheiro não consegue ajudar em nada que a casa necessita.
“O dinheiro é usado somente no RH da instituição, como precisamos de mais dinheiro para manter as despesas, muitas vezes preciso colocar a mão no meu bolso, para manter a casa”, contou.
A falta de estrutura é evidente e Dona Alice, está se esforçando aos poucos para reformar o ambiente. Ela garante que o pouco dinheiro na instituição não irá facilitar a reforma na casa. “Preciso fazer a fossa, porque nessa rua não passa rede de esgoto, preciso consertar as janelas, colocar os vidros que foram quebrados, arrumar o piso (principalmente da creche) e o telhado”, justifica.
Ela desabafa que às vezes não é possível pagar a conta de água, pois muitas vezes está com o valor muito alto, mas a Sabesp não quer saber se não temos condições no momento para pagar, a empresa não têm piedade, corta a água, sem ao menos ouvir nossas queixas. “Se nas favelas o esbanjo é alto, não importa, é de graça. A instituição Asas Brancas que assiste as crianças em situação de risco do município e das favelas tem que pagar, embora não exista rede de esgoto adequada”, desabafa.
A Presidente da Instituição Alice Castanho esclarece que a situação financeira é agravada com os atrasos ocorridos nos envios de verbas municipal, estadual e federal, “razão de termos que levar a conscientização de todos que trabalhamos com o produto mais importante do universo, que são crianças e adolescentes, cuja responsabilidade não é somente de nossa diretoria, mas também da União, do Estado, do Município e de toda sociedade Taboanense”, afirmou.
Outros problemas preocupam os colaboradores, a falta de dinheiro também acarreta no cuidado com a saúde, muitos menores não podem tomar o medicamento que precisam, pois, segundo a Presidente a Instituição não tem condições de comprar os remédios necessários.
A ausência de Oftalmologista e Ortopedista na cidade, também atrapalha a vida dos colaboradores, que muitas vezes precisam trabalhar fora de seu horário de trabalho para acompanhar o menor ao médico em São Paulo.
“Se a criança machuca o pé, ou sofreu algum acidente com o olho, precisamos encaminha-los para um doutor na cidade de São Paulo, pois Taboão da Serra, está carente desses médicos”, afirma a presidente.
Mas com tantos problemas, a Instituição pode contar com diversos voluntários que trazem um pouco de conforto aos menores que necessitam de atenção e amizade. A Presidente Alice destaca a Viação Asa Gol (Associação dos pilotos da Gol) e a ATT (Associação dos Tripulantes da Tam) que ajudam da maneira que podem esses menores trazendo alegria e esperança para suas vidas.
Dona Alice conta que a Instituição atende bebês de meses, crianças e adolescentes até 17 anos de idade. Segundo ela, são diversos tipos de dificuldades que essas crianças enfrentam.
Para a coordenadora Antônia Rosa é muito gratificante saber que muitos desses jovens saem da casa com uma formação. “Aprenderam a adquirir mais educação, inteiração com a sociedade, e tudo isso vai acarretar em oportunidades de trabalho”, afirmou orgulhosa.
O jovem F. de 12 anos, contou a Reportagem que adora morar na casa, isso porque ele pode praticar esportes, estudar, passear e participar de Oficinas.


Eduardo Araujo
Fico muito triste em saber nesse exato momento, que o colegio asas brancas onde fui criado durante minha infância está passando por dificuldades como essa. Desde já venho prestar as minhas condolências diante o falecimento do Sr. Almerio, um homem que transpareceu seus ideais, força e dignidade. Ao qual mostrou pra mim e aqueles que foram criado diante da sabedoria do Sr. Almerio. Tenho tantas lembraças legais... No entando só tenho uma palta a dizer para o alto escalão do governo e prefeitura do municipio Taboão da serra: Visar o internato Asas Brancas. Mexam-se, elaborem e direcione o internato de forma digna. Pois os jovem e crianças que estão em seu habitar, sera o futuro da sociedade.Que deus esteja com o colegio asas brancas e Sr.almerio e sua esposa Sra. Didi ilumine seus caminhos diante essas dificuldades. Grandes amigos no qual convivir a minha infância: Andre, silvaninha e simoninha...
Jamiles Monteiro
Que a luz dos anjos bons possam guiar este lugar tão carente e tão especial,Deus irá mandar uma luz Espero que mais voluntarios possam tomar a iniciativa e ajudar a casa a se manter de pé! Minha irmã morou nos asas, a Iasmim, acho que em 2006. abraço a todos
silmara dos santos
gente eu estou triste de mais nao sabia que esta ssim o colegio embora eu morei eu e minha irma lembro do seu almerio dona didi que saudades era tao cuidadoso o colegio tinha pessoas ruim sim mais tinhas pessoas dedicadas lembro me dos artesanatos ....seu almerio hoje nao se encontra mais nesta terra mais era um espetaculo de homem uma inteligencia todos o aaamavos ele era de mais oele administrava bem o colegio o colegio era lindo eu nao entendo um sacal de velhos dava conta e hoje que esta mais
ADRIANA
eu ja morrei ai nesse colegio eu gostava muito mais tinha um problema eun apanhava muito tia verinha e meu nome e adriana conhecida com adriana G OU PEZAO
alessandrinha
Fiquei muito triste de saber as condições do asas brancas ,que deus venha colocar pessoas de bom coração para ajudar .fui criada ai também e sei as dificuldades que seu Almério tinha de manter o colégio´, ele fazia o que podia ,mas o que fazia a diferença quando seu Almério cuidava de nós era o amor que tinha .sou muito grata por esse homem amoroso,de carater,de coragem . Por favor se alguem lembra de mim entra em contato afinal de contas fomos criado no mesmo lugar,pelo mesmo pai, se tornamos uma ´so família me chamo Alessandra e minhas amigas me chamavam de Alessandrinha ,me lembro da dona verinha ,da dona Elza,das meninas do pesonato,(Aleksandra ,da benedita, da vera,da angelica com aquele cabelo enorme,enfim) ,da fatima da rosilda,da andreinha eu tinha uma amiga muito especial a Raquel ,ah minha irmã também morou no asas Brancas a alexandra ,meu irmão anderson conhecido como bicudo.gente lembram quando a gente iamos para o parque das hortências muito bom de vez em quando era a tia conceição que levava nós.beijos fiquem com deus e que deus venha mudar a história do Asas brancas que essa instituição não pode fechar.
Ana Flavia
Também fui uma moradora do colégio Asas Branca,entrei em 1988 e sai em 1992. No colégio, aprendi a ter esperança e lutar por aquilo que acredito. Embora eu seja uma pessoa "humilde", consegui me formar na faculdade e estou terminando a pós- graduação. Fiquei muito chocada quando vi as imagens!! Muito me entristece saber que o lugar onde passei parte da minha infância esta nessa situação. Desejo sorte aos administradores. Que Deus e o Bom Almério proteja e ilumine o colégio. Ana Flavia Bossi
Carmen ex interna
fico triste ,mas os maus tratos tem que acabar pq na épóca a mulher que trabalhava lá Dona Verinha maltratava muito as meninas,batia demais ,aí quando chegava visita ela ficava abraçando para nós ñ ter que contar o que ela fazia e as outras grandona tb que dormiam no pencionato.
Vinicius
Fechar uma instituição como esta, só tende a mostrar o egoismo das pessoas,esquesem-se que todos somos irmãos ligados pela vida.O orgulho a vaidade não deixam os politicos olharem os necessitados como irmãos, e sim, como pessoas que não trazem votos.Esquecem-se,que a vida não terminam aqui e que prestarão conta do poder que lhe foi dado e como fez para amenizar a dor de um irmão
Francisco
É sempre a mesma coisa quando se trata de ajudar instituiçoes, as verbas estão atrazadas, não chegam a entidade, mas para outras coisas futeis existe verba de sobra, como é o caso desta ridicula ciclovia???, dinheiro gasto para absolutamente nada, mas quado 02 prefeitos desta cidade são medicos e não há ortopedista, oftalmologiasta,isso é realmente falta de humanidade cade o juramento que fizeram na faculdade se houver vontade tudo é possivel mas o que se vê nesta prefeitura é uma má vontade em tudo, funcionarios que desrespeitam os minicipes quando procuram um orgão publico, e nunca há remedios na saude pra que tem secretarios nesta prefeiturra é só para ter titulo uo resolver essas questões, parodiando o apresntador de telejornais ISSO É UMA VERGONHA
Solange
Cada vez mais o estado foge de suas responsabilidades, cuidar destas crianças é responsabilidade do município, já que ele não faz sua parte deveria ao menos auxiliar a instituição de maneira digna.
josiane b. santos
eu fiquei internada ai em 86 ,tive historia maravilhosa gostaria de reencontrar a minha amiga chamada priscila e meu grande sonho.um beijo a todos.
caique
qual eo onibus pra se chegar ai no abrigo asas brancas
Wlademir
A Instituição Asas Brancas precisa de ajuda, é muito sério o problema da Casa, a prefeitura de Taboão da Serra/SP que é a responsável em repassar a verba dos convênios públicos não se importa com a Casa e vive atrasando os depósitos, e para piorar, quando eles depositam é somente os meses vencidos, o certo deveria ser o mês à vencer. Acredito que o Prefeito Evilásio e sua equipe estão ganhando com todo este problema, o setor de contabilidade da Prefeitura sempre cria problemas para repassar a verba do convênio que é em média de R$ 150,00 por criança, é uma esmola, já que a instituição tem outros gastos, pois ela precisa de dinheiro para a manutenção da casa e RH.
Maria Rita do Cure o Mundo
Estamos enviando um Amor Maior, esta e minha mensagem para vocês... Vamos fazer o possível para vencer as forças contrárias que estão tentando prejudicar uma obra como esta... O governo tem que investir para que o ASAS sobreviva e continue realizar este apoio e não deixar com que as dificuldades promovam o esvaziamento da casa e assim promova o fim da mesma... Isto seria sim uma vergonha!
Maria Angélica Barretos Silva
Fico muito triste, por estar acontecendo isto...!!!! Fui criada, e trabalho no Asas. Que Deus Abençoe a todos. Muita Força.
celia
asas brancas
monique andrade dos santos
Eu acho muito ruim essa situação q voces estão passando.Tenho amigos ai q são Maria Renata E Cicero espero ver voces bem não quero ver voces sofrendo se arrepedendo ... Gosto muito de voces se cuidem...
Amarildo Costa
Que vergonha para este maus politicos, tanto dinheito sendo desviados em cuecas, meias e para contas em paraisos fiscais e vendo uma instituição seria que deseja colaborar para diminuir e resgatar os valores humanos, em nada se movimenta em prol da mesma. Cade os vereadores desta cidade? Sr prefeito cade sua proposta de educação? Este e pra ontem o que o sr esta fazendo? Cade os senhores deputados e governos que nao olham para este seguimento da sociedade que tentam tentam ate cruzar os braços por cansar por nao ver nada ser feito. Sr. Prefeito faço aqui um desafio, os valores que a prefeitura repasa para o Instituto, use o mesmo para dar conforto para sua faamilia, sem acrescentar um centavo, será que daria para o senhor manter o seu palacio? Neste ano tem eleiçoes, seria importante para a sociedade ficar atento para quem realmente tem um projeto de vida publica. Quero deixar aqui meus parabens para este s guerreiros que vivem e respiraram o bem ao proximo. Abraços Amarildo Costa
maria celia de oliveira
foi envida uma mensagem muita linda mais esper seja lida por alguem foi tudo
maria claudia de oliveira
fico muito triste c/ a situação da instituição pois fui criada ai por muitos anos e está situação me deixa triste demais hoje a educação que tenho dou graças a criação que tive ai ,que por muitas vezes as pessoas que viam p/ estudar em nossa escola nos chamavam de meninas da febem pessoas estas sem conhecimento pq hoje tenho 33 anos sou viuva e tenho um filho de 11 anos passo muito do que aprendi c/ seu aumerio e c/ a dona didi p/ ele nunca me senti como se fosse uma criança abandonada pq tive amor carinho e respeito dos meus amigos hoje vejo algumas das meninas que sairam fazendo faculdade e lutando p/ se formarem e sempre falam do senhor que deu muito da vida dele c/ sua esposa p/ ajudar quem precisasse lembro-me bem da dona pó uma senhora que trazia as crianças que mães judiavam e me recordo de ajudar a cuidar das crianças de colo que entravam hoje tenho problemas de saude que muitos ñ sabem dizer o pq mas acho que isto ñ é nada em vista da situação em que está ficando o lugar em que fui criada com muito amor que deus nos de forças p/ achar pessoas c/ bom coração p/ ajudar lembro-me que quantas vezes faziamos panos de prato, toalhas ,aprendiamos a costurar e isto era vendido no final do ano p/ arrecadar fundos sinto falta do meu pai e da minha mãe senhor aumerio e sua senhora estes sim são meus pais queria muito se possivel que me enviassem imagens deles e do colegio obrigado sem mais !!!
José Sudaia Filho
Se o Asas Brancas fechar, o prof. Almério será enterrado pela segunda vez. Quando faleceu, em 20/12/08, a seguinte declaração foi feita pelo dr. Evilásio - “vamos lutar para manter as portas dos Asas Brancas abertas, pois esse é um governo de parceria com as entidades sociais”. Hoje, um ano depois, o Asas Brancas corre o risco de fechar. Num município com os Conselhos ‘dos Direitos da Criança e do Adolescente’, ‘Tutelar’, da ‘Habitação e Desenvolvimento Urbano’ e de ‘Assistência Social’, Secretarias de ‘Assistência Social e Cidadania’, da ‘Saúde’ e de ‘Segurança Pública e Defesa Civil’, em pleno funcionamento. Qualquer um desses órgãos poderia analisar e resolver o problema, uma vez que têm funções consultivas e executivas além de ser os fiadores taboanenses do recebimento, aplicações e resultados das verbas do PAC, dinheiro que o Gov. Federal investe na cidade para, crê ele, estimular e prestigiar a par-ti-ci-pa-ção po-pu-lar na gestão desses recursos. Poder, poderia, mas a tal participação popular é um mito na cidade. Um assunto da dimensão do aumento do IPTU em 1.000 % nas tais ‘áreas de centralidade’ nem sequer passou por apreciação do CDU – Conselho de Desenvolvimento Urbano, mínimo que deveria acontecer para poderem dizer que não estão sonegando informações ao pres. Lula e aos gestores do PAC. Os menores infratores colocando em risco de morte bebês recém-nascidos é um problema policial que o sr. secretário de segurança pública e o pres. do Conselho Tutelar facilmente resolveriam mas, parece, a mesma dificuldade que tem a população em encaminhar suas necessidades às autoridades, têm as autoridades de se comunicar entre si. A secret. de assistência social também poderia ser acionada. Ou o próprio prefeito, autor da frase otimista que abriu este comentário. Se não me falha a memória, o prof. Almério já havia fechado uma das alas do Asas Brancas, uma casa no Parque Assunção onde hj está o Liceu Munic. de Artes. A falência do Asas Brancas será a falência da capacidade de TS cuidar da sua problemática assistencial. Funcionários, prefeitura e câmara terão a responsabilidade de responder à questão central que é como isso pode acontecer num governo cujo slogan é ‘cidadania e justiça social’? Provavelmente, sinto dizer, a resposta vai ser o silêncio da desesperança, silêncio esse que já se abateu sobre o ‘movimento contra o IPTU abusivo’, numa clara demonstração da idade das trevas em que vivemos nesta cidade. José Sudaia Filho http://blogdosudaia.blogger.com.br
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