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Ônibus ficou ilhado na Régis Bittencourt
A Régis Bittencourt ficou interditada por várias horas na tarde desta segunda-feira (25) devido as fortes chuvas que atingiram a região. A rodovia ficou completamente alagada nas altura do quilômetro 283 da rodovia no sentido São Paulo, praticamente na divisa entre Embu das Artes e Itapecerica da Serra.
Na altura do município de Embu das Artes, o trânsito ficou impedido entre 13h30 e 18h30. Mesmo após a liberação, a rodovia registrava alguns pontos de trânsito lento às 20h30. Os trechos mais críticos estavam localizados entre os quilômetros 296 e 283, de Itapecerica da Serra a Embu, e do quilômetro 306 ao 299, antes da Praça de Pedágio de São Lourenço da Serra.
De acordo com a Autopista Régis Bittencourt, concessionária que administra o trecho, o tráfego intenso de veículos também ocorreu devido ao retorno de feriado paulista. Nesta segunda-feira a cidade de São Paulo comemorou 456 anos.
Por causa do trânsito intenso, as vias da praça de pedágio de São Lourenço da Serra, no km 299 da Régis chegaram a fechar, mas a concessionária Autopista Régis Bittencourt informou que a passagem ali já havia sido liberada também.
Segundo a Autopista, houve uma primeira interdição por causa do sério ponto de alagamento às 13h30.
A chuva forte também complicou a vida de quem pegou a Via Dutra, que ficou fechada por 45 minutos nos dois sentidos por causa de alagamento no km 217, em Guarulhos, na região metropolitana. As pistas foram liberadas apenas às 16h15.
Na Rodovia Fernão Dias, houve um ponto de alagamento no km 52, em Mairiporã.
A chuva que atinge a cidade de São Paulo no início da tarde desta segunda, marca o 34º dia seguido de precipitação na capital, segundo o CGE. O centro tem 31 pontos de medição e registra chuva todos os dias em algum ponto da capital desde 23 de dezembro.
Segundo o meteorologista do CGE Adilson Nazário, já choveu em janeiro o equivalente a 361,9 milímetros, 51,4% acima da média esperada para todo o mês.
Em 15 anos de medições do CGE, este é o janeiro mais chuvoso. Até então, o janeiro de maior precipitação tinha sido o 1996, quando choveu o equivalente a 318,8 milímetros.
Com tanta chuva, a Grande São Paulo tem sido palco de tragédias quase todos os dias. Só na quinta-feira (21), nove pessoas morreram soterradas, três delas no Grajaú, na Zona Sul.
No sábado (23), um soterramento no Jardim Celeste, na região do Butantã, Zona Oeste, deixou mais um morto.
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