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Sandra PereiraDelegado detalha trabalho da Polícia Civil no município
A polícia Civil de Taboão da Serra está intensificando as ações visando prender os acusados de cometer crimes nas imediações da passarela de pedestres que liga o bairro do Intercap ao Shoping Taboão. Nas últimas semanas a polícia prendeu um acusado de ter cometido ao menos roubos no local. No sábado, 12, outro criminoso foi preso em flagrante. De acordo com a polícia, somente nos últimos três foram registrados 15 Boletins de Ocorrência sobre roubos praticados no local.
O delegado titular de Taboão da Serra, Gilson Leite Campinas, afirma que a polícia civil está empenhada em resolver os crimes. O delegado lembra que os crimes de maior repercussão na cidade foram resolvidos em um curto espaço de tempo. Ele atesta que a maior parte dos crimes cometidos em Taboão da Serra são praticados por criminosos de fora da cidade, como é o caso do roubo e furto de veículos, por exemplo, que segundo o delegado são realizados por assaltantes de fora com a finalidade de levar o veículo para fora da cidade também.
“Nossa vizinhança é problemática. Taboão é um local de acesso a várias regiões e os limites da cidade são próximos a áreas onde o índice de violência é alto. A cidade melhorou e muito as estatísticas de segurança, mas ao seu redor a realidade é outra”, afirma o delegado.
Com a experiência acumulada ao longo de 20 anos de atuação na Polícia Civil o delegado Gilson Leite observa que a falta de participação da população prejudica e dificulta o trabalho da polícia. Ele relata que quando os moradores deixam de denunciar à polícia a prática de crimes acabam ajudando aos criminosos. Para o delegado o medo é natural, mas, não pode vencer o desejo de se fazer Justiça.
“Eu entendo que as pessoas sentem medo. Mas, em 20 anos de polícia nunca vi um ladrão ir atrás da vítima. É comum as pessoas saberem quem praticou o crime e se recusarem a informar a polícia. Muitas vezes a gente chega perto demais nos criminosos e por falta de provas não consegue prender ”, garante.
O delegado alerta que é preciso compreender e distinguir os papéis das policiais Civil, Militar e até onde a Guarda Civil Municipal pode atuar. “O papel da polícia militar é impedir o crime. A polícia civil tem que investigar e descobrir o autor do crime. Tenho que lutar para a polícia militar fazer bem o papel dela. Quanto melhor for esse trabalho menos crimes vão acontecer”, explica.
O delegado explica que a partir da criação do Boletim de Ocorrência Eletrônico as vítimas só precisam procurar a delegacia em caso de roubo com uso de violência ou de crimes mais graves. Todos os demais casos podem ser registrados por meio de Boletim de Ocorrência Eletrônico. “Só precisa ir à delegacia em caso de violência contra a pessoa ou coisa, ou seja, se alguém entrar na sua casa e arrombar o portão tem que vir na delegacia por que será preciso fazer perícia no local”, explica.
Entre os dias 28 e 15 de cada mês período considerado pela polícia de intensa movimentação na região bancária da cidade equipes da polícia civil estão realizando rondas a pé nas imediações das agências bancárias visando coibir a prática das chamadas saidinhas de banco (assalto após a pessoa realizar saque na agências bancárias da cidade). Como resultado da operação a polícia civil realizou várias prisões e solucionando a partir delas vários crimes na cidade.
A polícia defende a aprovação da lei que cria barreiras visuais dentro das agências bancárias visando impedir que os demais clientes vejam o que os outros fazem dentro dos bancos. Além disso, a polícia avalia que a proibição do uso do celular na rede bancária seria outra medida de segurança.
Mauricio Lourenco
A investigação é recurso legítimo da polícia para desbaratar diversos tipos de crimes, então não vamos culpar o cidadão por não conseguir da conta do combate à criminalidade; vejo ações da polícia federal em que prende quadrilhas inteiras em vários Estados sem dá um único tiro. Inteligência, investigação igual resultado!!!. É mais fácil eu "entregar" o cara que compra o produto de roubo, que entregar o ladrão. Agora não dá pra dizer a população não colabora!!!. Essa matéria está no site a 2 dias, vejo que as pessoas têm até medo de se manifestar em matéria policial. Eu não tenho, polícia é servidor público a serviço do Estado, assim como sou a serviço do Municipio, a diferença é que não uso armas e tenho função diversa.
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