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68 morreram sem direito a vagas no HGP

Sandra Pereira | Atualizado em: 1/05/2011 00:00:00
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Sandra Pereira Integrantes do Movimento Pró-Ampliação do HGP levaram uma cruz para cada vítima e puseram ao lado do palco no seminário

O movimento pela ampliação de leitos do Hospital Geral do Pirajussara roubou a cena na abertura do seminário de políticas regionais realizado no dia 28 pelo Consórcio da Região Sudoeste de São Paulo (Conisud). Os integrantes do movimento levaram para o local 68 cruzes representando o número de pessoas que morreram a espera de vagas no HGP entre os meses de janeiro e fevereiro desse ano.

O objetivo dos integrantes do movimento foi sensibilizar as autoridades e o público presente mostrando a quantidade de pessoas que perdem suas vidas enquanto esperam uma vaga no hospital que é referencia para as cidades de Taboão e Embu.

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Ao lado das cruzes texto explicava protesto

Quem viu as cruzes no local se surpreendeu ao tomar conhecimento do número de mortes nas cidades de pacientes que esperavam vagas de internação no HGP.

A luta pela ampliação do número de leitos do Hospital Geral do Pirajussara já dura quase dois anos. Nesse período as lideranças que apóiam a iniciativa já realizaram várias atividades de mobilização visando sensibilizar o governo do estado para a necessidade de ampliar o atendimento as vítimas.

Outro ponto que as lideranças pretendem garantir é a implantação do controle social a fim de garantir transparência administrativa.

ROSE

SIM , ENQUANTO PESSOAS ESTÃO MORRENDO, POIS QUEREM CORTAR GASTOS.. PARA SER TRANFERIDO O DINDIM, .. LAMENTAVEL ESTA SITUAÇÃO.. ENQUANTO ISSO..PESSOAS MORREM NOS CORREDORES DE HOSPITAIS E PRONTO SOCORRO.

Marcos

Lamentavél saber que apesar de tantas mortes o governo de São Paulo aprovou em dezembro/10 lei que reserva 25% dos leitos dos hospitais publicos para os planos de saúde, essa luta de ampliação e portas abertas do HGP não pode parar continuar.

Magalhães Junior

Tenho informações seguras que o HPG está efetuando corte de 10% do quadro de funcionários, alem de diminuição do numero de Leitos. A decisão foi tomada pela diretoria da UNIFESP após corte de verbas da secretária de Estadual de saúde. O corte de verbas foi devido a corrupção dentro da UNIFESP, acredito que este quadro apresentado no artigo deve piorar.

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