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EMTU vai aumentar passagem dos ônibus intermunicipais de Taboão, Embu, Itapecerica e toda a região

Por Luciana Santos | 12/01/2018

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Divulgação De acordo com a EMTU o reajuste leva em conta o percurso da linha. Na prática, o reajuste vai onerar ainda mais o bolso dos usuários d

A partir da próxima terça-feira, 16, a passagem nos ônibus intermunicipais de Taboão da Serra, Embu das Artes, Itapecerica da Serra e toda a região vai ser reajustada pela EMTU. Os novos valores da tarifa ainda não foram divulgados, mas poderão ser consultados a partir das 17h desta sexta-feira, 12, na página da EMTU na internet.

De acordo com a EMTU o reajuste leva em conta o percurso da linha. Na prática, o reajuste vai onerar ainda mais o bolso dos usuários do transporte público em toda a região.

Na Área 1 de concessão, que engloba os municípios de Juquitiba, São Lourenço da Serra, Embu-Guaçu, Itapecerica da Serra, Embu, Taboão da Serra, Vargem Grande Paulista e Cotia, o reajuste será de 3,85%, 42% a menos do que os 6,65% praticados em 2017.

A Área 2, que abrange Cajamar, Caieiras, Itapevi, Jandira, Carapicuíba, Osasco, Barueri, Santana de Parnaíba, Pirapora do Bom Jesus, Francisco Morato e Franco da Rocha, terá reajuste de 4,95%, 24% a menos do que os 6,58% que vigoraram em 2017.

Na Área 3, que inclui Guarulhos, Arujá, Mairiporã e Santa Isabel, o índice será de 3,15%, 56% a menos do que os 7,18% de 2017.

A Área 4 de concessão, que contempla Ferraz de Vasconcelos, Itaquaquecetuba, Poá, Mogi das Cruzes, Guararema, Biritiba Mirim, Salesópolis e Suzano, terá reajuste de 3,31%, 50% a menos do que os 6,64% praticados no ano passado.

E na Área 5, que inclui os sete municípios do ABC, a tarifa das linhas intermunicipais será reajustada em 4,33%, 29% a menos do que os 6,10% de 2017. No Corredor ABD (São Mateus–Jabaquara), operada pela concessionária Metra, as tarifas permanecerão em R$ 4,30, uma vez que o contrato com a empresa tem data-base em julho, quando será avaliada a possibilidade de reajuste.

O aumento de 12% no combustível foi o que mais pesou na composição do reajuste, que levou em conta também a elevação do custo da mão-de-obra (entre 4% e 4,5%), da manutenção dos veículos (5%), além da inflação acumulada no período e de cláusulas contratuais com as empresas operadoras.

 

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