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Blitz foi umas das ações desenvolvidas nas cidades
As cidades de Itapecerica da Serra e Embu das Artes realizaram na última semana palestras, blitz educativas, distribuíram panfletos e expressaram através de faixas espalhadas em diversos pontos frases de conscientização. As ações foram desenvolvidas na Semana Nacional do Trânsito de 18 a 25 de setembro.
Com objetivo de sensibilizar motoristas, mães, pais, educadores e alunos para a adoção de ações que promovam a segurança das crianças no trânsito, com uso do cinto de segurança e das cadeirinhas. O Secretário de Segurança, Trânsito e Transportes de Itapecerica, João Pereira avaliou como positiva a semana.
“Conseguimos atingir os principais objetivos, conscientizar e orientar com todas as ações desenvolvidas. Agora a secretaria visa, através da parceria com a Polícia Militar, continuar com as palestras até o final do mês de outubro. Sempre realizamos palestras nas escolas, pois acreditamos que é por meio da informação que os alunos entendem o que é certo e errado no trânsito”, afirmou.
Para o Secretário de Trânsito e Transportes de Embu, Francisco Carlos Pereira, a avaliação da semana também foi positiva devido a algumas cidades vizinhas não terem aderido à atividade. “Elaboramos 50 mil folhetos mostrando a necessidade do uso da cadeirinha e 30 mil aparadores de copos, conscientizando em relação à bebida, se for dirigir não beba. As atividades de conscientização são realizadas o ano todo, em escolas, bares. O objetivo é diminuir o número de mortesde pessoas que são vitimadas em acidentes e também ensinar o que é necessário para um trânsito seguro ”, avaliou.
Cadeirinhas
A falta de cadeiras no mercado devido ao número de pessoas interessadas foi o principal fator para as cidades de Itapecerica e Embu não aderirem até o momento à nova regra. “Os grandes supermercados estão sem dispositivos para vender, não é possível multar o motorista, se ele não tem a possibilidade de comprar as cadeirinhas".
Por este motivo as cidades estão realizando orientações no prazo de 60 dias. "Após o prazo realizaremos uma avaliação e se for constatado que a demanda de cadeirinhas possa suportar todos os consumidores poderemos começar a multar”, afirmou o secretário Francisco Carlos Pereira.
Assim como diversos pais, Jéssica Alves também encontrou muitas dificuldades para adquirir a cadeirinha. “Até agora não consegui, todos os lugares que vou não encontro. Fico aliviada em saber que as cidades não aplicarão multas por enquanto”, disse.
Entrou em vigor no início do mês as novas regras de como transportar criança de até dez anos de idade em veículos. A Resolução 277 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) determina que crianças de até sete anos e meio deverão ser transportadas obrigatoriamente no banco traseiro e em dispositivos de retenção (cadeirinhas).
O novo modo de transportar bebês de até um ano de idade no bebê-conforto, crianças entre um e quatro anos em cadeirinhas e de quatro a sete anos e meio em assentos de elevação deve ser cumprido, caso isso não ocorra o motorista estará sujeito a multa de aproximadamente R$ 198,00 e sete pontos na carteira.
Foto: Assessoria de Imprensa da Prefeitura de Embu das Artes
José Sudaia Filho
Karen, não tome minhas observações como críticas, eu apenas vejo que você é uma pessoa esforçadíssima e poderá, na minha opinião, se tornar uma boa jornalista, daquelas que vale a pena ler uma vez que dominará os princípios da boa informação (e eu serei um seu leitor feliz por saber das coisas através de alguém que sabe das coisas). (obs.: não coloco parágrafos porque vocês não colocam, somem até as maiúsculas, acho que o seu sistema é o mesmo do Portal)
Bem, no trecho da reportagem acima onde você diz ‘Secretário de Trânsito e Transportes de Embu, Francisco Carlos Pereira, mais conhecido como Kal, a avaliação da semana também foi positiva devido a algumas cidades vizinhas não terem aderido à atividade‘.
Karen, ‘mais conhecido por Kal’ só deve ser usado com relação a contraventores. Kal é o apelido do cara, provavelmente porque é antigo morador ou nasceu lá e a família e os amigos o chamam assim. A construção ‘chamado popularmente’ ou ‘(o popular Kal)’ fica menos agressivo.
Agora, quando você afirma que ‘a avaliação da semana também foi positiva devido a algumas cidades vizinhas não terem aderido à atividade’, o pecado é a falta de clareza. Como ‘as cidades vizinhas não terem aderido à atividade’? Não fizeram campanha? Não estão usando as cadeirinhas? O comércio local não tem cadeirinha pra vender? O pessoal não tem ido assistir a palestra?
Karen, na frase que você reproduz do Secretário Kal ‘Elaboramos 50 mil folhetos mostrando a necessidade do uso da cadeirinha e 30 mil aparadores de copos, conscientizando em relação à bebida, se for dirigir não beba. As atividades de conscientização são realizadas o ano todo, em escolas, bares.
O objetivo é diminuir o número de mortes, que somam cerca de R$ 1.000,00 milhão de pessoas que são vitimadas em acidentes e também ensinar o que é necessário para um trânsito seguro’ que deve ter sido gravada pois está entre aspas. Muito bem. Fizeram e distribuíram 30 mil aparadores de copos. Quer dizer que deram aparadores de copos para os caras poderem levar copos de bebida nos veículos? ‘Se dirigir, não beba’ e o cara deixa a latinha de cerveja ou copo no tal aparador, ali, à disposição? Teria a ver com a conscientização que realizam nos bares? Como seria uma atividade de conscientização em bares? Dariam aparadores de copos pros caras NÂO usarem nos carros??
Karen, na frase seguinte o número de mortes aparece como se fosse dinheiro! Tá bem, a pressa nas redações, a falta de grana pra contratar revisor, o revisor do Word que ainda não é inteligente o suficiente, tudo conspira para que o texto saia do teclado direto pra tela. O leitor afoito passa os olhos por ali e pensa que cada morto no trânsito vale mil reais, se for um duro, achará muito, se for um bacana, vai achar pouco. Bom, tem os babacas preciosistas como eu que vão fazer o cálculo ignorando o erro: ‘1.000 milhão’ quer dizer 1 bilhão(?).
Mas seja mil, milhão ou bilhão, a cifra não tem nenhuma utilidade porque você não colocou o período! Parece o ‘Aperiódico Oficial’ do Taboão onde colocam aquele pomposo ‘Esta publicação custou aos cofres públicos a quantia de XXX’, colocam inclusive os centavos, MAS não dizem a tiragem! Um caso de ‘transparência invisível’, na minha opinião, ainda mais vindo de uma administração que vive, orgulhosa, se gabando de tanta grandeza. Se você quiser saber quanta gente morre por ano, por mês, por dia, por hora, em média, vai dividir pelo quê? No intertítulo a seguir, desculpe, mas você deu uma informação imprecisa: ‘Dispositivos de retenção (cadeirinhas)’.
As cadeirinhas, Karen, são de 3 tipos, ‘bebê confort’ para os pequeninos, ‘cadeirinhas’ (sem aqueles aparadores que existem nas ‘cadeirinhas de bebê’ onde são colocados o pratinho de comida e os brinquedinhos do teimosinho que insiste em não querer comer a papinha, para desespero dos pais) para os maiorzinhos e um ‘assento de elevação’ para os maiorzões, pode ver no anexo da resolução 277 do CONTRAN, tem até os desenhos lá. Já os ‘dispositivos de retenção’ são combinações de tiras com fechos de travamento, dispositivos de ajuste, partes de fixação e proteções antichoque que devem ser fixados ao veículo mediante a utilização dos cintos de segurança (INDIVIDUAIS) ou outro equipamento apropriado instalado pelo fabricante. Quando o carro tem airbag, o garoto pode viajar, inclusive no banco da frente, protegido só pelo cinto de segurança individual.
Quer dizer, a cadeirinha faz parte (ou não) de um sistema de retenção individual para crianças em veículos particulares em movimento, sabe-se lá porque, ainda não obrigatório para taxis, vans e micros, dada a velocidade com que estes trafegam pelas nossas ruas e avenidas.
Pra variar, Karen, escrevi demais e, sem parágrafo, isso vira uma maçaroca terrível! Sugiro, caso queira, copiar o comentário e inserir parágrafos onde achar melhor, se mesmo assim não entender alguma coisa, me envie e-mail no sudaia@globo.com José Sudaia Filho – http://blogdosudaia.blogger.com.br
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