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Defesa Civil de Taboão da Serra interdita prédio do CDHU no Jacarandá

Prefeitura Municipal de Taboão da Serra | Atualizado em: 15/07/2010 21:20:44
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Engenheiro Edson Galina comunicou as famílias o motivo da interdição do prédio em Taboão

A Defesa Civil de Taboão da Serra interditou o prédio do CDHU no Parque Jacarandá na tarde do dia 12 de julho, e 40 famílias tiveram que deixar o local. O prédio, localizado na Avenida Governador Mario Covas, nº.81, desde dezembro de 2009 vem sofrendo com as constantes rachaduras que começaram a aparecer em todos os andares.

A princípio eram apenas três centímetros de trinca nas paredes, passados oito meses, o problema aumentou para aproximadamente 10 centímetros. Um auxílio moradia de R$ 400 reais será concedido pelo CDHU para as famílias.

O coordenador da Defesa Civil, Carlos Senna, explicou que sua equipe vem monitorando o local desde dezembro e por isso foi chegado o momento de interditar o prédio. “Quando fomos acionados pelos moradores foi constatada uma pequena trinca nas paredes. Vedamos o lugar com massa apropriada e pintamos para acompanhar a evolução do problema. Depois de alguns dias a rachadura tinha aumentado comprometendo a estrutura do prédio”, explicou.

Segundo o coordenador, a interdição foi necessária porque alguns moradores entraram em contato com a Defesa Civil alegando ter ouvido estalos entre as paredes. “Não podíamos mais correr o risco de deixar aquelas famílias morando naquele prédio. Em oito meses as trincas aumentaram sete centímetros e a Defesa Civil tem esse poder de interditar a partir do momento que detecta o risco iminente em qualquer que seja a situação”, ressaltou o coordenador.

Para o engenheiro da Defesa Civil, Edson Galina, “as famílias não podiam mais correr risco de vida. Um estudo precisa ser feito para descobrir o verdadeiro problema e depois disso será necessária uma obra emergencial. Mas, o estudo técnico e a obra são de responsabilidade do CDHU”.

Técnicos do CDHU estiveram no local e alertaram que as famílias realmente precisavam sair para preservar a integridade de cada um. “Os moradores precisam sair para ser concluído o laudo técnico e a partir daí é que vamos entrar com o cronograma das obras no local que deve levar uns seis meses para ser concluído”, afirmaram os técnicos.

De acordo com a Assistente Social do CDHU, Romilda Rodrigues do Amaral, “essas famílias serão assistidas durante oito meses com um auxílio moradia de R$400,00 reais mais as taxas condominiais”.

Por outro lado, os moradores aceitaram a ajuda do auxílio moradia, mas questionam a continuidade do pagamento das parcelas do apartamento. “Não tem cabimento continuarmos pagamento. O CDHU deveria cancelar enquanto estivermos fora daqui. Como vamos pagar por um lugar que corre o risco de cair e que só vamos voltar a morar sabe lá quando”, reclamou as famílias.

Foto e Texto: Ricardo Vaz

CLEONICE DOS SANTOS

bem,em primeiro luga aceitamos o axilio alugel de 400 reais quer ficou entre aberto com cdhu de discurtir o valor que era improprio pra um alugel,em segundo lugar algumas publicaçao e encoreta prisipalmente sobre inicio das rachadura que desdi da enterga,que era visivel linhas ou fisuras,no inicio da constuçao da escola ana mafalda de carvalho e a quadra ondi hovier remoçao de planagem de terra pra o projeto da escola,a pois inicia o aseleramento do ploblema de rachadura levando a ser interditado.asionamos a defeza sivil e cdhu,a qual nao levou a serio, afirmando que o predio estava sentando no terreno,que era normal,apos 12 anos o predio ainda estava andando a proqura de um lugar pra sentar,e cada abisurdo que nos escultamos!

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